Vamos fazer um exercício para estimular a memória?
Vamos compartilhar nossas boas memórias e relembrar fatos/ídolos que nos marcaram.
O que acham?
Aqui, no meu espaço semanal, gosto de trazer sempre boas recordações à tona. Quem me acompanha desde o começo já leu sobre Zetti,
Telê Santana, Rogério Ceni, Raí... Falo sobre a admiração que sinto por algum ídolo e faço uma ligação com algo que vivenciei.
Gostaria de sempre, sempre compartilhar coisas desse tipo com vocês.
Recordar é viver, certo?
Então vamos lá.
Peço que falem sobre um meia que, na opinião de vocês, marcou o nosso Tricolor.
Um atacante.
Um zagueiro.
E um lateral-direito.
Me falem sobre as suas sensações, de quando seus ídolos entravam em campo.
O que eles representaram para vocês e para a história do clube que vocês amam.
Quero que vocês me falem um pouco dos seus sentimentos, por que não quero me sentir uma ET ao falar que estou descontente com o futebol que nosso Soberano está apresentando.
Quero saber se sou a única torcedora que acha o cúmulo saber que pessoas endeusam Dagoberto e Marlos e falam que eles são ÍDOLOS, que vestem a camisa e dão o sangue pelo São Paulo.
Chegamos a esse ponto de não enxergar nenhum jogador que nos cative e nos represente em campo (tirando o Rogério "Mito" Ceni, incontestavelmente ídolo)?
Estão deturpando o significado da palavra "ÍDOLO"?
Qual o significado desta palavra para vocês, meus amigos?


O HINO DO CLUBE JÁ DIZ TUDO... "AS TUAS GLÓRIAS VEM DO PASSADO"
ResponderExcluirUm dos meus maiores ídolos não é sempre lembrado. Não vou citar Raí, porque é óbvio aos nascidos nos anos 80, nem Rogério Ceni e Lugano, óbvio aos nascidos nos anos 90. Como nasci em 84, quero citar um jogador que não é exatamente de minha geração, mas que, em minha infância, jogou pelo São Paulo como poucos, não só pelas conquistas, mas pela idade. Talvez houveram jogadores melhores na história do Tricolor, é provável, inclusive. Porém, poucos foram tão vitoriosos e felizes como este, o qual foi chamado de "Velho Mestre" por seus companheiros de equipe (como assumiu Leonardo, após a conquista do Bi-Mundial em Tóquio, 1993).
ResponderExcluirSeu nome: Antonio Carlos Cerezo, mais conhecido como TOINHO CEREZA.
Indubitavelmente um grande meia, estilo clássico, mas de muita raça e determinação, autor do segundo gol na partida ante o AC Milan na final do Intercontinental/Mundial Toyota, no estádio Nacional.
Toninho Cerezo dava sua alma no jogo, tinha uma visão diferenciada e, assim, contribuia demais para o crescimento da equipe e amadurecimento dos mais novos também.
É um ídolo que carregarei pra toda vida, como um dos maiores responsáveis pela história Tricolor ser tão grandiosa e vitoriosa.
Obrigado, TONINHO CEREZO!!
http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2010/09/18/choque-rei-%e2%80%93-parte-ii-a-volta-do-que-nunca-foi-embora-ou-a-gestao-e-o-esquema/
ResponderExcluirOtimo artigo/critica a diretoria que arrota planejamento e come incompetencia.
Minha querida:
ResponderExcluirSou do tempo em que fazer 'fusquinha' era brincar com um bebê e fazer (gut gut gut) então você imagina a quanto tempo sou tricolor.
Sou tricolor desde o tempo em que ele ainda não era campeão de nada e não existia nem o projeto do Morumbi.
Meu pai 'lavrador' Italiano era ponta esquerda no time da fazenda e gostava do tricolor deixando a italianada da colônia revoltada e chamando-o de carcamano.
Ali todo mundo torcia pro "parmera" até os tchecoslovacos.
Mas ele gostava do nosso querido São Paulo então eu nunca esqueci o dia em que meu pai comprou uma camisa do tricolor e me deu no natal, foi um rebu na colônia que eu nem te conto.
Então esta é o principio de minha saga e meu primeiro ídolo (mesmo não tendo sido jogador do tricolor) você já sabe, foi o meu paipai.
Depois vieram tantos outros como José Poy grande goleiro, Teodoro, Pedro Rocha, Dario Pereira, Paraná, Piáu, Zé Sergio, Mirandinha, Serginho, Valdir Peres, Raí, Canhoteiro, Forlam pra te falar a verdade até Terturiano Severiano dos Santos foi um ídolo para mim porque defendia o tricolor com sangue, suor e lágrimas.
Hoje a turma está muito dodói e rola muita grana tem jogador milionário (em atividade) que é dono do passe de outros jogadores que ainda não tem nome ou estão começando então é mais difícil conseguir chegar a bom termo porque a ÉTICA está relegada a segundo plano e tudo é marqueting e muitas vezes a gente pode estar torcendo ingenuamente para um falastrão coordenado por uma bela equipe mercadológica e que seu verdadeiro dono é seu marcador no time adversário ou é (diretor, presidente) do time adversário.
Haja cinema!
Mas mesmo assim ainda acompanho e torço pelo meu tricolor, mas tento ser mais racional do que emocional para não machucar meu coração tricolor.
Hoje somos mais consumidores e somos vistos assim e não como torcedores, eles tem razão por isso nós devemos saber separar um verdadeiro ídolo como Rogério Ceni (que também é uma mercadoria) de uma construção marqueteira que cria ídolos a todo o momento.
Para mim existe o ídolo nato que é muito raro dos ídolos construídos pelo imediatismo midiático.
Pedro Rocha para mim é um ídolo inesquecível, pergunte a Ademir Da Guia, Rivelino ou Pelé.
Um abraço.
Hugo Mancin.
Bom, devemos destacar que é muito difícil destacar alguns craques que ja vestiram a camisa tricolor. No São Paulo já passaram inúmeros jogadores da mais altíssima qualidade. Posso escrever umas quinze linhas apenas com os nomes dos craques, que vi ou não jogar.
ResponderExcluirMas atendendo o objetivo desta coluna irei citar nomes que vi atuar pelo Mais Querido.
Entre os meias não há como deixar de citar o nome do Raí. Jogador completo, com excelente passe, ótima visão de jogo e que sabia conduzir a bola e o jogo como poucos, cadenciando quando necessário, avançando quando requerido e sempre um passo a frente dos outros jogadores. Assim, podemos dizer que ele jogava futebol como se joga xadrez, antevendo a próxima jogada.
Quando entrava em campo, tinha a convicção que presenciaria ótimos passes e ataques mortais. Era o maestro do time. O raciocínio, enquanto nós torcedores, éramos apenas o coração.
Quanto ao atacante, entendo que Leônidas da Silva seja o nome a ser lembrado, pois inventor da famosa bicicleta, quem presenciou o fato (não foi meu caso) sabe do que falo. Mas entre os que vi atuar,Careca é o nome. Completo, sabia se posicionar, cabecear e finalizar. Bons dias aqueles que podíamos contar com o craque. Careca fazia o gol aumentar de tamanho e o goleiro adversário diminuir. Jogador inteligente, verdadeiro centroavante.
Destacar um zagueiro Tricolor, é tarefa das mais ingratas. Na defesa tricolor já passaram Dario Pereyra, Bellini, Oscar, Ricardo Rocha, Ronaldão (grosso mas eficiente), Antônio Carlos, Lugano, etc...
Mas dentre todos, tenho que citar Ricardo Rocha. Esse era meu xerife preferido, aliás a década de 80 do século passado foi muito bondosa ao Tricolor, pois nela atuaram grande parte dos grandes nomes que vi atuar pelo time.
Ricardo Rocha me dava tranquilidade. Era técnico, entretanto uma fortaleza. Tinha calma para sair jogando, não batia cabeça. Tinha a elegância de um verdadeiro zagueiro.
Quanto ao lateral direito, tínhamos De Sordi, Forlan, Zé Teodoro, Cafu e Cicinho.
Mas me reservo a citar o Cafu, ágil, veloz, aguerrido. Apesar de ser falho nos cruzamentos, como não jogava de ala, pois tínhamos um ponta direita, fazia o papel de lateral direito como ninguém. Foi um achado de Telê.
Quanta saudade desses jogadores. Quanto desespero ao ver o futebol como um todo dos dias de hoje. Sinto uma grande angústia quando vejo futebol, pois falta alegria, agressividade e espontaneidade.
Aurelio Mendes
Um abraço a todos.
Olá, amigas e amigos do SPFC Digital!
ResponderExcluirVenho comunicá-los da criação do blog São-Paulinos em Minas Gerais (spemmg), dedicado ao SPFC e sua torcida, e convidá-los a darem uma passadinha por lá:
http://spemmg.blogspot.com/
Aceitamos críticas, sugestões, contribuições...
Se possível, pedimos também que nos ajudem na divulgação do blog.
Saudações Tricolores,
Clayton Romano
Editor do spemmg
Uberaba/MG