
O clássico Sansão do Morumbi prometia ser um jogaço, de muitos gols.
Tanto pela formação tática ofensiva dos dois times, quanto pelas características técnicas dos jogadores de meio-campo e ataque.
Além, é claro, da necessidade do resultado que São Paulo e Santos precisavam alcançar. O Tricolor, que veio para o jogo encarando as últimas possibilidades de Libertadores e o rival santista, que ainda corre por fora pelo título.
O começo da partida comprovou totalmente a expectativa.
Mesmo com Alan Patrick abrindo o placar para o Santos aos 4 minutos, o SPFC com Dagoberto aos 6, 16 e aos 18 (jogada sua e gol contra de Pará), virava o jogo espetacularmente. E aí, ressalte-se o trabalho psicológico de Carpegiani, que fez do quase rifado Dagol o protagonista principal são-paulino. O novo técnico tricolor, além da invencibilidade mantida nesta reta final de Brasileirão em 2010, cultiva também a esperança para um grandioso 2011.
Aos 20, Zé Eduardo diminuía para o time santista, em jogada que Pará se redimiu e envolveu Miranda com facilidade, deixando o atacante livre para marcar. A fase do zagueiro tricampeão brasileiro realmente não é boa. Seria enfim o tempo de negociá-lo?
5 gols em 20 minutos, configurava-se um dos melhores jogos do Brasileirão, ainda na metade do primeiro tempo.
A alternância de ataques permaneceu na primeira etapa, com lances insinuantes, faltas perigosas e futebol aberto.
Na pressão santista pelo empate, brilhava o gigante Rogério Ceni embaixo das traves.
A posse de bola aos 32 minutos, mostrava o equilíbrio do confronto: 51% para o São Paulo, 49% para o Santos.
3 a 2 foi o retrato de um primeiro tempo emocionante.
A segunda etapa começou com uma alteração que sempre preocupa o são-paulino. O questionável Renato Silva veio para o jogo, no lugar de Lucas, contundido.
Com isso, os 10 primeiros minutos mostraram um novo panorama. O Santos atacava e o São Paulo buscava o contra-ataque.
A inconsequência do tresloucado Richarlyson, com sua inadmissível reincidência em expulsões estúpidas e desnecessárias, mas sempre perdoado (enigma tricolor), quase pôs tudo a perder aos 12 minutos, quando foi novamente expulso.
Viria o sufoco.
Aos 22, o jovem e promissor Diogo recomporia o setor, o Tricolor sacrificava o contra-ataque de Fernandinho.
Já estava difícil segurar e então, aos 24 minutos, Alex Silva fez pênalti em Neymar. O Santos empatava, ao passo que toda a torcida do SPFC se perguntava como Richarlyson ainda pode ser titular nesse time e jogador desse elenco, por anos a fio.
Jean, logo na sequência, perdeu um gol incrível.
Os últimos 15 minutos seriam nervosos e eletrizantes.
O SPFC cresceu no jogo, com a entrada de Marlos, mesmo com um a menos, passou a impor nos últimos 10 minutos o seu domínio de campo, na superação.
Rogério Ceni ainda salvaria o Tricolor nos acréscimos.
E como gran finale, Jean, que estava sendo vaiado pelos dois gols incríveis perdidos, encontrou a redenção.
4 a 3, histórico!
Um jogo para reafirmar o Tricolor enquanto objetivos no Brasileirão 2010!
Tanto pela formação tática ofensiva dos dois times, quanto pelas características técnicas dos jogadores de meio-campo e ataque.
Além, é claro, da necessidade do resultado que São Paulo e Santos precisavam alcançar. O Tricolor, que veio para o jogo encarando as últimas possibilidades de Libertadores e o rival santista, que ainda corre por fora pelo título.
O começo da partida comprovou totalmente a expectativa.
Mesmo com Alan Patrick abrindo o placar para o Santos aos 4 minutos, o SPFC com Dagoberto aos 6, 16 e aos 18 (jogada sua e gol contra de Pará), virava o jogo espetacularmente. E aí, ressalte-se o trabalho psicológico de Carpegiani, que fez do quase rifado Dagol o protagonista principal são-paulino. O novo técnico tricolor, além da invencibilidade mantida nesta reta final de Brasileirão em 2010, cultiva também a esperança para um grandioso 2011.
Aos 20, Zé Eduardo diminuía para o time santista, em jogada que Pará se redimiu e envolveu Miranda com facilidade, deixando o atacante livre para marcar. A fase do zagueiro tricampeão brasileiro realmente não é boa. Seria enfim o tempo de negociá-lo?
5 gols em 20 minutos, configurava-se um dos melhores jogos do Brasileirão, ainda na metade do primeiro tempo.
A alternância de ataques permaneceu na primeira etapa, com lances insinuantes, faltas perigosas e futebol aberto.
Na pressão santista pelo empate, brilhava o gigante Rogério Ceni embaixo das traves.
A posse de bola aos 32 minutos, mostrava o equilíbrio do confronto: 51% para o São Paulo, 49% para o Santos.
3 a 2 foi o retrato de um primeiro tempo emocionante.
A segunda etapa começou com uma alteração que sempre preocupa o são-paulino. O questionável Renato Silva veio para o jogo, no lugar de Lucas, contundido.
Com isso, os 10 primeiros minutos mostraram um novo panorama. O Santos atacava e o São Paulo buscava o contra-ataque.
A inconsequência do tresloucado Richarlyson, com sua inadmissível reincidência em expulsões estúpidas e desnecessárias, mas sempre perdoado (enigma tricolor), quase pôs tudo a perder aos 12 minutos, quando foi novamente expulso.
Viria o sufoco.
Aos 22, o jovem e promissor Diogo recomporia o setor, o Tricolor sacrificava o contra-ataque de Fernandinho.
Já estava difícil segurar e então, aos 24 minutos, Alex Silva fez pênalti em Neymar. O Santos empatava, ao passo que toda a torcida do SPFC se perguntava como Richarlyson ainda pode ser titular nesse time e jogador desse elenco, por anos a fio.
Jean, logo na sequência, perdeu um gol incrível.
Os últimos 15 minutos seriam nervosos e eletrizantes.
O SPFC cresceu no jogo, com a entrada de Marlos, mesmo com um a menos, passou a impor nos últimos 10 minutos o seu domínio de campo, na superação.
Rogério Ceni ainda salvaria o Tricolor nos acréscimos.
E como gran finale, Jean, que estava sendo vaiado pelos dois gols incríveis perdidos, encontrou a redenção.
4 a 3, histórico!
Um jogo para reafirmar o Tricolor enquanto objetivos no Brasileirão 2010!
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