A lista de dispensa precisa ser grande. Muitos mexem com isso com todos os dedos, eu já prefiro tocar na ferida: Jean, Samuel, Renato Silva, Junior Cesar, Richarlyson com todas as letras, Cléber Santana, Jorge Wagner, Dagoberto, Fernandinho e até Miranda (desde que não foi vendido em 2009), no entendimento deste blogueiro, deveriam sair do SPFC. Um time todo, é fato, faltaria apenas o goleiro. Um elenco não se desfaz assim, mas no caso do Tricolor, é emergencial a mudança, o choque de atitude.

Quem viveu o SPFC na arquibancada no final dos ano 90, conviveu com Carpegiani no comando técnico tricolor.
Chamado de Professor Pardal por muitos, acabou caindo.
Muitos episódios lamentáveis de bastidores em relação ao Tricolor, ocorreram naqueles tempos. Diretorias lamentáveis por Bastos Neto e Paulo Amaral, perda de pontos inacreditáveis no caso Sandro Hiroshi, que fez o SPFC ter força e raça na recuperação, até se extenuar na sequência de mata-matas que viriam. Heroicamente venceu a Ponte, depois, vítima do próprio cansaço, caiu diante do Corinthians.
Mas citarei Carpegiani por uma situação específica, que calou a minha boca na época e me fez tornar respeitador do seu trabalho.
Quem se lembra de Edmílson? Campeão do mundo em 2002, na Seleção do Felipão, autor de um dos gols mais bonitos daquela Copa?
Pois bem, Edmílson era volante de origem, muito criticado e xingado no SPFC, até Carpegiani deslocá-lo para a zaga, a bem da verdade, jogando quase como um líbero na cobertura de zagueiro, em uma das suas diversas "inveñções" (no melhor sentido da palavra). De questionado no time, passou a ser referência de defensor no país. Mérito total de Carpegiani.
Que neste perdido SPFC, ele encontra a "fórmula".
Boa sorte!
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