Finalmente, podemos dizer assim, que o “desespero” bateu a porta de Dr. Juvenal Juvêncio, após uma campanha não muito agradável do então interino, Sérgio Baresi, pessoa que “deu a cara a bater” e assumiu o papel de treinador, enquanto o time estava passando por um período difícil e de “renovação” com poucos resultados positivos. E essa renovação interna o qual me refiro, vinha sendo feita, fielmente, porém, os resultados não eram verdes e então o desempenho do time ia caindo aos poucos, perdendo mais e mais posições e pontos importantes no campeonato nacional.
Parece até que a opinião de nosso presidente, virou da “água pro vinho”, para quem antes dizia que o momento do clube era “único e especial”. É... o mundo dá voltas!
Carpegiani teve uma passagem pelo Maior do Mundo no ano de 1999, porém, talvez não muito bem sucedida. Mas, vale lembrar que levou o time à semifinal do Campeonato Brasileiro e Campeonato Paulista daquele mesmo ano, caindo para um rival, superando desempenhos como de Telê e Muricy, com 64,1%(aproveitamento) em 67(40V, 9E, 18D) jogos disputados;
E com vários problemas, dentre eles, o escândalo dos pontos e Sandro Hiroshi, o ninja.
Fez milagre.
E há de quem duvide dizer que ele não possui experiência. Para quem já levou uma seleção paraguaia as oitavas-de-final de uma Copa do Mundo, perdendo no golden goal para a França, afirmar uma coisa dessas é loucura!
Muitos o consideram como o “Professor Pardal”, por suas invenções e improvisos, taticamente falando. Chega a ser irônico dizer que ele improvisa muito, sendo que há três, ou dois anos, o próprio time do São Paulo F.C. vivia de improvisações um pouco desastrosas. Como um volante extremamente deslocado para lateral, etc.
De cara, já chegou mostrando trabalho e escalando, no treino, um 4-4-2 com o “quarteto dos sonhos”, Marlos, Lucas, Fernandinho e Dagoberto. Eu gostei. Fazia tempos que não via uma equipe tão ofensiva quanto esta, com apenas dois volantes, Rodrigo Souto e Casemiro, que são suficientes. Com dois jogos mais ou menos, não se pode ter uma definição exata de como o time será postado daqui em diante, mas o seu desenvolvimento sim é possível ser notado.
Dou graças por saber que Jesus Lopes é um dos únicos ali que tem “cabeça”(ao meu ver) e com certeza teve sua influência na escolha/decisão do novo técnico tricolor.
A fé move montanhas, e também fases!
“Sai pra lá, zica!”
Seja bem vindo, Paulo César Capergiani!
*** O texto é de inteira responsabilidade de seu autor, não expressando, necessariamente, a opinião do portal. ***
Nenhum comentário:
Postar um comentário