Crédito Imagem: Site Oficial do SPFCA trinca tricolor, diante dos adversários verdes, pode se configurar no sábado.
Na noite desta quarta-feira, uma vitória tranqüila do SPFC, diante do Guarani, desfalcado dos pratas da casa são-paulinos, Renan e Mazola.
São Paulo que convive com a expectativa do seu torcedor, da permanência de Baresi ou da contratação de Dorival Junior.
No Morumbi, o jogo foi de um primeiro tempo de predomínio tricolor, confiante após a vitória no clássico contra o primeiro verde da semana, o Palmeiras. Vantagem adquirida com gol de Marlos logo aos 13 minutos, porém, um pênalti absurdo foi marcado no último minuto da primeira etapa, que terminou empatada.
Erro grotesco do juiz que não impediu o Tricolor de matar a partida no segundo tempo, com o retorno de Ricardo Oliveira no lugar do apagado Fernandão, logo no reinício do jogo e de Dagoberto, que substituiu Marlos, aos 16 minutos da etapa final.
Aliás, a linha de frente tricolor, com Marlos, Ricardo Oliveira, Fernandão, Dagoberto e Lucas, é de respeito. Achar a melhor escalação é o desafio.
Resta apenas saber, qual técnico acertará a formação ideal, se Baresi, ou se Dorival Jr.
Os desempenhos:
Rogério Ceni: Parecia que seria expectador e DJ da trilha sonora da entrada em campo com AC/DC, até a fechada de ângulo espetacular no chute cara a cara com Baiano e outras boas saídas de bola na partida no primeiro tempo. No pênalti inventado, foi bem na bola. Na etapa final, por momentos, foi até líbero, mas praticou defesa importante.
Jean: Enquanto volante, teve a sua melhor fase nas temporadas ao lado de Hernanes. Como ala em 2010, a sua pior. Revezando nas duas posições como fez nas duas últimas partidas, teve um relativo crescimento de posição. Mas ainda pode e deve muito mais, porque ainda falha muito.
Miranda: Estaria tentando voltar a ser o grande Miranda? Será? As próximas rodadas com adversários de melhor nível dirão. No jogo, teve um pênalti vergonhoso assinalado em marcação sua, totalmente inexistente e merecedor do seu desabafo sobre “começar a duvidar das coisas”.
Alex Silva: Como já provado ao longo do ano e comprovado em seu retorno contra o Palmeiras, o alicerce da defesa. Firme novamente no jogo. O melhor jogador da linha do SPFC em 2010, até aqui.
Richarlyson: Quase fez gol de Pelé, em um chapéu dentro da área no qual o lençol foi em dois atletas do adversário, ao mesmo tempo. Sempre voluntarioso, só não pode se empolgar nunca, porque aí, os erros começam a acontecer.
Casemiro: Mais uma prata da casa tricolor que começa a despontar não só como promessa, pois está em clara evolução. No desarme, na boa saída de bola, em passes precisos. Está ganhando a titularidade, definitivamente.
Rodrigo Souto: Discreto. Mas engana-se quem pensa que essa é uma crítica. Porque Souto nunca aparece para a torcida, mas tem seu valor de proteção na linha de volantes são-paulina. Quando não joga, aí é perceptível que faz falta.
Jorge Wagner: Não conseguiu produzir em alto nível a maioria das tentativas de lançamento e bolas esticadas que tentou. Na cadência e bola parada, o mesmo de sempre, lúcido. Uma atuação apenas regular.
Lucas: A esperança tricolor que fechou o caixão do Palmeiras teve um primeiro tempo sem brilho, apesar de algumas investidas. Na etapa final, correu bastante, mas foi coadjuvante das entradas de Ricardo Oliveira e Dagoberto. Saiu para a entrada de Zé Vítor, que jogou apenas os 12 minutos finais.
Fernandão: No primeiro tempo que esteve em campo, invisível. Não jogou. Como justificativa, sentiu contusão.
Marlos: O garoto inegavelmente é habilidoso. Rápido, finta bem, só precisa ter mais visão de jogo e constância. Fez um bonito gol, de quem sabe o que faz com a bola, em um curto espaço de tempo. Não deveria ter sido substituído.
Ricardo Oliveira: A expectativa pela sua volta era grande. Correspondeu já guardando o seu. É titular do ataque, inegavelmente. Com ritmo de jogo e sequência, será um dos maiores atacantes em atividade no país.
Dagoberto: Sua entrada aos 16 minutos do segundo tempo foi festejada pela torcida presente e logo em sua primeira jogada, cabeceou na trave no lance que originou o segundo gol tricolor, convertido por Ricardo Oliveira. Dagoberto é uma eterna incógnita, quem dera, tivesse regularidade, soubesse arrematar bem e principalmente, não apresentasse problemas comportamentais de tempos em tempos. Porém, com tudo isso, às vezes muda um jogo.
Técnico Baresi: Deve ter ido para o jogo com muitas dúvidas de sua permanência, afinal, Dorival Jr. tem um perfil necessário ao Tricolor. Porém, na sua segunda vitória consecutiva, permanece com os méritos inegáveis de promover e dar moral aos garotos da base, responsáveis pela recuperação tricolor, mas ainda, se equivocando bastante nas substituições durante os jogos. Mas no geral, merece o reconhecimento do são-paulino.
Na noite desta quarta-feira, uma vitória tranqüila do SPFC, diante do Guarani, desfalcado dos pratas da casa são-paulinos, Renan e Mazola.
São Paulo que convive com a expectativa do seu torcedor, da permanência de Baresi ou da contratação de Dorival Junior.
No Morumbi, o jogo foi de um primeiro tempo de predomínio tricolor, confiante após a vitória no clássico contra o primeiro verde da semana, o Palmeiras. Vantagem adquirida com gol de Marlos logo aos 13 minutos, porém, um pênalti absurdo foi marcado no último minuto da primeira etapa, que terminou empatada.
Erro grotesco do juiz que não impediu o Tricolor de matar a partida no segundo tempo, com o retorno de Ricardo Oliveira no lugar do apagado Fernandão, logo no reinício do jogo e de Dagoberto, que substituiu Marlos, aos 16 minutos da etapa final.
Aliás, a linha de frente tricolor, com Marlos, Ricardo Oliveira, Fernandão, Dagoberto e Lucas, é de respeito. Achar a melhor escalação é o desafio.
Resta apenas saber, qual técnico acertará a formação ideal, se Baresi, ou se Dorival Jr.
Os desempenhos:
Rogério Ceni: Parecia que seria expectador e DJ da trilha sonora da entrada em campo com AC/DC, até a fechada de ângulo espetacular no chute cara a cara com Baiano e outras boas saídas de bola na partida no primeiro tempo. No pênalti inventado, foi bem na bola. Na etapa final, por momentos, foi até líbero, mas praticou defesa importante.
Jean: Enquanto volante, teve a sua melhor fase nas temporadas ao lado de Hernanes. Como ala em 2010, a sua pior. Revezando nas duas posições como fez nas duas últimas partidas, teve um relativo crescimento de posição. Mas ainda pode e deve muito mais, porque ainda falha muito.
Miranda: Estaria tentando voltar a ser o grande Miranda? Será? As próximas rodadas com adversários de melhor nível dirão. No jogo, teve um pênalti vergonhoso assinalado em marcação sua, totalmente inexistente e merecedor do seu desabafo sobre “começar a duvidar das coisas”.
Alex Silva: Como já provado ao longo do ano e comprovado em seu retorno contra o Palmeiras, o alicerce da defesa. Firme novamente no jogo. O melhor jogador da linha do SPFC em 2010, até aqui.
Richarlyson: Quase fez gol de Pelé, em um chapéu dentro da área no qual o lençol foi em dois atletas do adversário, ao mesmo tempo. Sempre voluntarioso, só não pode se empolgar nunca, porque aí, os erros começam a acontecer.
Casemiro: Mais uma prata da casa tricolor que começa a despontar não só como promessa, pois está em clara evolução. No desarme, na boa saída de bola, em passes precisos. Está ganhando a titularidade, definitivamente.
Rodrigo Souto: Discreto. Mas engana-se quem pensa que essa é uma crítica. Porque Souto nunca aparece para a torcida, mas tem seu valor de proteção na linha de volantes são-paulina. Quando não joga, aí é perceptível que faz falta.
Jorge Wagner: Não conseguiu produzir em alto nível a maioria das tentativas de lançamento e bolas esticadas que tentou. Na cadência e bola parada, o mesmo de sempre, lúcido. Uma atuação apenas regular.
Lucas: A esperança tricolor que fechou o caixão do Palmeiras teve um primeiro tempo sem brilho, apesar de algumas investidas. Na etapa final, correu bastante, mas foi coadjuvante das entradas de Ricardo Oliveira e Dagoberto. Saiu para a entrada de Zé Vítor, que jogou apenas os 12 minutos finais.
Fernandão: No primeiro tempo que esteve em campo, invisível. Não jogou. Como justificativa, sentiu contusão.
Marlos: O garoto inegavelmente é habilidoso. Rápido, finta bem, só precisa ter mais visão de jogo e constância. Fez um bonito gol, de quem sabe o que faz com a bola, em um curto espaço de tempo. Não deveria ter sido substituído.
Ricardo Oliveira: A expectativa pela sua volta era grande. Correspondeu já guardando o seu. É titular do ataque, inegavelmente. Com ritmo de jogo e sequência, será um dos maiores atacantes em atividade no país.
Dagoberto: Sua entrada aos 16 minutos do segundo tempo foi festejada pela torcida presente e logo em sua primeira jogada, cabeceou na trave no lance que originou o segundo gol tricolor, convertido por Ricardo Oliveira. Dagoberto é uma eterna incógnita, quem dera, tivesse regularidade, soubesse arrematar bem e principalmente, não apresentasse problemas comportamentais de tempos em tempos. Porém, com tudo isso, às vezes muda um jogo.
Técnico Baresi: Deve ter ido para o jogo com muitas dúvidas de sua permanência, afinal, Dorival Jr. tem um perfil necessário ao Tricolor. Porém, na sua segunda vitória consecutiva, permanece com os méritos inegáveis de promover e dar moral aos garotos da base, responsáveis pela recuperação tricolor, mas ainda, se equivocando bastante nas substituições durante os jogos. Mas no geral, merece o reconhecimento do são-paulino.
Nenhum comentário:
Postar um comentário